Internacional
Petróleo Brent opera estável com mercado ponderando flexibilização de sanções dos EUA à frota-sombra. Tensões no Oriente Médio e dados de estoques adicionam volatilidade.
Produção de cacau no Brasil registra aumento de 25,3% no recebimento de amêndoas. Moagem industrial, porém, ainda não atingiu patamares anteriores, apesar de sinais de recuperação.
Açúcar bruto atinge maior cotação em 18 meses com El Niño e temores de déficit global. Produção em países-chave sob pressão climática. Mercado em alerta.
Mercado de cacau em correção com preços influenciados por clima na África e exportações do Equador. Fatores técnicos e macroeconômicos também ditam o ritmo.
Preços do petróleo caem com recuperação de exportações sauditas. Negociações EUA-Irã e riscos geopolíticos mantêm volatilidade, mas Brent e WTI buscam ganhos mensais.
Preços do cobre recuam com dados industriais chineses fracos, mas a oferta limitada e a demanda por IA e transição energética oferecem suporte ao metal.
Preços do minério de ferro caem com desaceleração da demanda chinesa. Aumento de estoques portuários e valorização do iuan também impactam o mercado global.
Conflitos no Oriente Médio impulsionam o preço do petróleo Brent para mais de US$ 100. Rotas marítimas estratégicas sob ameaça e impacto na inflação global.
Soja registra alta expressiva no mercado internacional, impulsionada pela forte demanda chinesa e tensões geopolíticas. Cotações na Bolsa de Chicago atingem patamares elevados.
Ouro se acomoda após atingir picos, mas segue em alta neste ano. Compras de bancos centrais e incertezas geopolíticas sustentam a valorização do metal precioso.
A Zâmbia planeja triplicar sua produção de cobre, visando suprir a crescente demanda global por metais essenciais à transição energética e eletrificação. O país busca atrair investimentos para expandir suas operações.
Contratos futuros de cacau registram alta expressiva devido a preocupações com a safra na África Ocidental. El Niño e projeções de menor produção em Gana intensificam a volatilidade.
Escalada de conflitos no Oriente Médio sustenta o Brent próximo aos US$ 88. Riscos em rotas marítimas e incertezas geopolíticas elevam o prêmio de risco.
Preços da soja sobem com clima adverso nos EUA e alta do petróleo. Chicago supera US$ 12,40/bushel, enquanto o mercado brasileiro reflete forte demanda externa.
Mercado de fertilizantes fosfatados no Brasil sofre com baixa navegação no Estreito de Ormuz e escassez global de enxofre. Importações caem, custos sobem e produção é afetada.
O cobre atinge patamares elevados, impulsionado pela eletrificação e IA. Apesar de consolidação, analistas preveem déficits de oferta futuros devido a subinvestimento e desafios operacionais.
Preços do café caem, mas especuladores apostam em alta. Brasil projeta safra recorde com clima favorável, gerando volatilidade no mercado.
Singapura registra o menor nível de reservas de combustível em 13 anos, enquanto os EUA veem queda contínua nos estoques de petróleo. Tensões no Oriente Médio impactam o cenário global de energia.
Estoques de café Robusta atingem mínima de 16 meses, elevando preços globais. No Brasil, safra pressiona valores físicos, criando descolamento entre bolsas e mercado interno.
Mercado de minério de ferro enfrenta leve baixa em futuros, mas dados econômicos chineses e demanda por aço oferecem suporte crucial. Entenda a dinâmica atual.