Exportações automotivas chinesas recuam 5% em janeiro devido a tarifas da UE. EVs puros sofrem, mas híbridos plug-in ganham espaço. Mercado interno também desacelera.
Alphabet (Google) revela resultados financeiros fortes, superando projeções com crescimento em nuvem e publicidade digital. Investimento massivo em IA.
Moody's muda perspectiva do rating do Brasil para estável, alertando para riscos fiscais. Deterioração da capacidade de pagamento da dívida e lentidão nas reformas são pontos de atenção.
China mantém o yuan em 7,20 por dólar, priorizando estabilidade em meio a tensões geopolíticas. PBoC busca equilíbrio monetário e crescimento econômico.
Ações da Nvidia disparam após resultados recordes em fevereiro de 2026, impulsionadas pela alta demanda por chips de IA. Analistas mantêm visão positiva, destacando a liderança da empresa no mercado em expansão.
Vale apresenta resultados robustos no 4º trimestre de 2025, com produção de minério de ferro superando metas e preços favoráveis. EBITDA Proforma em alta, apesar de prejuízo contábil.
Microsoft apresenta resultados financeiros robustos, com receita de US$ 81,3 bi e crescimento de 17%. Nuvem e IA impulsionam alta, superando projeções do mercado.
Petrobras divulga lucro líquido de R$ 25 bilhões no 4T25, impulsionado por produção recorde de quase 3 milhões de boed e cenário de preços do petróleo favorável, apesar da volatilidade.
Petróleo Brent sobe impulsionado por tensões no Oriente Médio e cortes da OPEP+. AIE revisa demanda para baixo, indicando potencial excedente de oferta.
Dólar opera em alta frente ao Real com cautela global sobre juros nos EUA e incertezas fiscais no Brasil. Mercado monitora Fed e contas públicas.
O Banco Popular da China reduziu o compulsório bancário em 0,5 ponto percentual para injetar liquidez e impulsionar a economia. Medida visa estimular demanda e apoiar empresas.
FIIs de papel enfrentam dilema: CDI alto gera rendimentos, mas juros em queda e depreciação de cotas geram incertezas. Análise de mercado e seletividade em alta.
Itaú Unibanco registra lucro líquido recorde de R$ 46,8 bilhões em 2025, com crescimento de 13,1%. O 4º trimestre apresentou R$ 12,3 bilhões, impulsionado por crédito e serviços.
O planejamento financeiro no Brasil se molda com IA, busca por autonomia e controle de gastos. O cenário econômico atual projeta inflação em queda e Selic reduzida, com atenção a volatilidades.
Bancos centrais europeus sinalizam cautela com cortes de juros, priorizando estabilidade diante de inflação persistente e incertezas geopolíticas globais.
Dados de comércio da China em janeiro indicam desaceleração, levantando preocupações sobre a demanda global e a eficácia das políticas de estímulo. Análise aponta desafios para a economia.
Ações de tecnologia dos EUA sofrem volatilidade com dados de inflação e juros altos. IPOs de IA em 2026 trazem otimismo, mas desafios persistem no cenário macroeconômico.
Copom mantém Selic em 15% e projeta corte em março, com inflação em 3,97% para o ano. Mercado debate o ritmo da flexibilização monetária.
Governo estende prazo para declaração do IRPF até 31 de maio. Novas regras ampliam isenção e ajustam tributação para rendas intermediárias e altas.