Mercados globais
Investimento chinês na Europa salta 67% em 2025, impulsionado por M&A e greenfield, com foco em VEs. Mudança de paradigma nos fluxos financeiros globais.
União Europeia lança regulação contra desmatamento que exige rastreabilidade de commodities brasileiras como soja, carne e café, impactando exportações.
Chile, Argentina, Bolívia e Peru firmam pacto para minerais críticos, visando fortalecer a cooperação regional e o fornecimento sustentável para a transição energética e IA.
Soja registra alta expressiva no mercado internacional, impulsionada pela forte demanda chinesa e tensões geopolíticas. Cotações na Bolsa de Chicago atingem patamares elevados.
Alta nos rendimentos dos títulos do Tesouro dos EUA impacta moedas da América Latina, com peso argentino em queda e real brasileiro estável. Fed mantém cautela sobre juros.
Iene japonês sofre desvalorização histórica. Banco do Japão avalia intervenção cambial e aumento de juros para conter inflação e estabilizar a moeda.
Inflação na zona euro sobe para 2,9% em julho, impulsionada por energia e serviços. Conflito no Irã eleva preços e limita ação do BCE, enquanto crescimento econômico europeu desacelera.
Argentina vê seu risco-país disparar, afastando-se de outros emergentes. Investidores questionam a sustentabilidade do programa econômico de Milei, apesar de avanços na inflação e fiscal.
Dólar fecha em alta a R$ 5,2234 com fuga de capitais estrangeiros da B3 e Ibovespa em queda. Incertezas eleitorais e juros elevam aversão ao risco.
Lisboa se consolida como polo de centros de dados na Europa, atraindo investimentos pela energia renovável e localização privilegiada. Entenda os fatores.
Ouro se acomoda após atingir picos, mas segue em alta neste ano. Compras de bancos centrais e incertezas geopolíticas sustentam a valorização do metal precioso.
Índice KOSPI dispara mais de 30% após forte queda, saindo de bear para bull market. Recuperação impulsionada por coberturas e otimismo com IA e juros.
A dominância do dólar americano é testada por fatores internos, como a crescente dívida pública, e tensões geopolíticas, levando a um cenário de incerteza para a moeda.
A União Europeia intensifica o controle de fronteiras com o sistema EES e reformas no Regulamento de Retorno, enquanto o ETIAS enfrenta novos adiamentos técnicos.
A Zâmbia planeja triplicar sua produção de cobre, visando suprir a crescente demanda global por metais essenciais à transição energética e eletrificação. O país busca atrair investimentos para expandir suas operações.
Política monetária restritiva dos EUA eleva atratividade de títulos do Tesouro, impactando mercados emergentes com maior volatilidade e reavaliação de fluxos de capital.
Contratos futuros de cacau registram alta expressiva devido a preocupações com a safra na África Ocidental. El Niño e projeções de menor produção em Gana intensificam a volatilidade.
Escalada de conflitos no Oriente Médio sustenta o Brent próximo aos US$ 88. Riscos em rotas marítimas e incertezas geopolíticas elevam o prêmio de risco.
A extrema-direita consolida sua presença na União Europeia, influenciando políticas e formando alianças transatlânticas. Análise dos cenários atuais e futuros.
Mercado de ETFs na América Latina, com foco no Brasil, cresce impulsionado por novos produtos e demanda. Patrimônio triplica, com destaque para renda fixa e expectativa de gestão ativa.