Mercados globais
Instabilidade no Oriente Médio eleva preços de energia e pressiona metais preciosos. Economias emergentes enfrentam desafios com custos de importação e fluxo de capitais.
Cinco países da UE pedem imposto sobre lucros extraordinários de empresas de energia para mitigar impacto da escalada de preços de petróleo e gás devido ao conflito no Oriente Médio.
O acordo UE-Mercosul impulsiona o agro brasileiro a focar em rastreabilidade, confiabilidade e sustentabilidade para competir na Europa, agregando valor além das commodities.
Moedas de mercados emergentes se valorizam com otimismo cauteloso após sinais de desescalada no Oriente Médio. Investidores buscam ativos de risco, mas fatores domésticos e volatilidade persistem.
A Europa enfrenta um 'segundo choque comercial chinês' com exportações chinesas em alta e perda de mercado. Alemanha e Itália sentem o impacto em setores chave.
Cobre registra primeira alta semanal do mês impulsionado por otimismo cauteloso com o Oriente Médio e recuperação da demanda chinesa, apesar de tensões geopolíticas.
Brasil atrai capital estrangeiro com ativos resilientes e política econômica diferenciada, consolidando-se como destino seguro em meio a turbulências globais.
Euro desvaloriza com volatilidade cambial na Europa, impulsionada por tensões geopolíticas e decisões de bancos centrais. Inflação e energia pressionam a moeda.
Ouro atinge novo recorde histórico impulsionado por tensões geopolíticas e busca por refúgio. Bancos centrais aumentam reservas, refletindo incertezas globais e inflação.
Aversão ao risco global e tensões geopolíticas impulsionam dólar. Expectativas de corte de juros nos EUA e volatilidade do petróleo moldam o cenário cambial e a economia brasileira.
Inflação ao consumidor na Índia sobe para 3,21% em fevereiro, ritmo mais rápido em 11 meses. Alta em alimentos e tensões globais elevam cautela em mercados emergentes.
BCE atualiza supervisão bancária com foco em riscos climáticos e digitais. Novas regras integram gestão ambiental e avaliam resiliência a choques digitais.
Bancos centrais asiáticos adiam cortes de juros, priorizando combate à inflação e estabilidade em cenário global volátil. Conflito no Oriente Médio eleva riscos.
Finalização de Basileia III na Europa impõe bilhões em capital a bancos. Foco em RWAs e solidez do sistema bancário para maior resiliência econômica.
Petróleo Brent sobe para US$ 94 o barril, maior valor desde novembro de 2022, devido a tensões geopolíticas no Oriente Médio e cortes da OPEP+. Impacto na inflação global é monitorado.
Ações de mercados emergentes enfrentam volatilidade com dólar em alta e incertezas fiscais globais. Geopolítica e aversão ao risco moldam o cenário atual.
Inflação alemã cai para 2% e zona do euro sobe para 1,9%. BCE cauteloso com riscos geopolíticos e recuperação lenta, mantendo juros e vigilância cambial.
Mercados emergentes adotam cautela em cortes de juros. Inflação persistente e volatilidade cambial ditam ritmo gradual, com foco na estabilidade e confiança.
BCE mantém taxas de juros inalteradas e adota cautela com inflação. Economia da zona do euro mostra resiliência, mas dados mistos e incertezas globais pedem vigilância.