Mercados globais
Mercado de câmbio brasileiro sob tensão com ameaça de tarifas dos EUA sobre exportações e dados do PMI de serviços americano. Análise dos impactos e projeções.
BlackRock reduz recomendação para ações de mercados emergentes para neutra, mas mantém foco estratégico no Brasil. O país se beneficia de IA, transição energética e reorganização geopolítica.
Comissão Europeia propõe cinco projetos de defesa para fortalecer a indústria da UE, com investimento inicial de €325 milhões e meta de €190 bilhões até 2036.
Euro em baixa, com projeções apontando para US$ 1,10 até o fim do ano. Divergências nas políticas monetárias entre EUA e zona do euro impulsionam a desvalorização.
Preços do café caem, mas especuladores apostam em alta. Brasil projeta safra recorde com clima favorável, gerando volatilidade no mercado.
Mercados emergentes em junho de 2026 enfrentam tensões geopolíticas e volatilidade em commodities. A China impulsiona, enquanto a América Latina navega por mudanças políticas e riscos fiscais.
União Europeia e Brasil firmam Parceria Digital Estratégica para impulsionar IA, dados e semicondutores, buscando autonomia tecnológica e menor dependência de EUA e China.
Exportações da América Latina e Caribe crescem 15,7% impulsionadas por ouro e petróleo. BID alerta para riscos de custos de fertilizantes e transporte.
Mercados globais em alta com acordo de paz EUA-Irã. Dólar cai, emergentes recebem capital impulsionados pela redução de risco e queda no petróleo.
Singapura registra o menor nível de reservas de combustível em 13 anos, enquanto os EUA veem queda contínua nos estoques de petróleo. Tensões no Oriente Médio impactam o cenário global de energia.
Dólar sobe com dados de inflação dos EUA e tensões no Oriente Médio. Euro comercial desvaloriza frente ao real. Câmbio volátil com fatores domésticos e globais.
Relatório aponta recorde de conflitos e paz em baixa histórica. Ascensão de potências emergentes e reconfiguração geopolítica redefinem a segurança global.
Economia da zona do euro desacelera com choque energético e inflação alta. Projeções de crescimento revisadas para baixo e alerta sobre riscos inflacionários.
União Europeia apresenta pacote ambicioso para fortalecer autonomia em chips, IA e nuvem, reduzindo dependência externa e impulsionando inovação e capacidade tecnológica.
Análise dos mercados internacionais com foco em commodities, explorando as tendências atuais e os fatores que moldam o cenário econômico global neste período.
Tensões no Irã e bloqueio do Estreito de Ormuz elevam custos de fertilizantes, impactando produção agrícola e segurança alimentar em economias emergentes como o Brasil.
Dólar cai a R$ 5,03 com alívio no Oriente Médio e inflação nos EUA abaixo do esperado. Moeda acumula alta de 1,60% em maio, mas queda anual de 8,33%.
A União Europeia discute nova dívida comum para financiar defesa, energia e transição energética, inspirada no Next Generation EU. O FMI alerta para aumento da dívida pública sem reformas.
Tensão no Oriente Médio eleva petróleo e inflação global. Moedas emergentes mostram desempenho misto, com real brasileiro em destaque, mas volatilidade persiste.
Economia russa desacelera com sanções e guerra, enquanto declínio demográfico agrava desafios. UE também sente o impacto, abrindo espaço para negociações.