Internacional
Mercado de câmbio brasileiro sob tensão com ameaça de tarifas dos EUA sobre exportações e dados do PMI de serviços americano. Análise dos impactos e projeções.
Euro em baixa, com projeções apontando para US$ 1,10 até o fim do ano. Divergências nas políticas monetárias entre EUA e zona do euro impulsionam a desvalorização.
Dólar sobe com dados de inflação dos EUA e tensões no Oriente Médio. Euro comercial desvaloriza frente ao real. Câmbio volátil com fatores domésticos e globais.
Dólar cai a R$ 5,03 com alívio no Oriente Médio e inflação nos EUA abaixo do esperado. Moeda acumula alta de 1,60% em maio, mas queda anual de 8,33%.
Real brasileiro se destaca entre emergentes com juros elevados e reconfiguração eleitoral. Analistas revisam projeções, indicando cautela e Selic em patamares altos.
O iene japonês enfrenta desvalorização histórica devido a tensões geopolíticas, juros nos EUA e preocupações fiscais. Analistas divergem sobre a recuperação.
Dólar sobe ante real com inflação nos EUA acima do esperado e expectativa de reunião Trump-Xi. Câmbio reflete aversão ao risco e juros americanos.
Dólar oscila perto de R$ 5,00 com tensões globais. Real se fortalece com juros altos e exportação de commodities, apesar da alta do petróleo.
Analistas projetam o dólar a R$ 5,50 ao fim do ano, mas cenário cambial é volátil. Fatores globais e fiscais moldam a cotação, com oscilações recentes.
Dólar atinge R$ 5,0634, menor patamar em dois anos, com alívio geopolítico no Oriente Médio. Moedas emergentes se valorizam e bolsa renova máximas.
Aversão ao risco global e tensões geopolíticas impulsionam dólar. Expectativas de corte de juros nos EUA e volatilidade do petróleo moldam o cenário cambial e a economia brasileira.
Bancos centrais asiáticos adiam cortes de juros, priorizando combate à inflação e estabilidade em cenário global volátil. Conflito no Oriente Médio eleva riscos.