Internacional
Economias emergentes enfrentam aperto financeiro global com juros altos. Saída de capital, custo de financiamento e pressão cambial exigem cautela e afetam o desenvolvimento.
América Latina mostra recuperação em fluxos de recursos globais, atraindo US$ 0,3 bilhão. Fundos de mercados emergentes continuam em alta, com US$ 1,4 bilhão na semana.
Fundos de crédito privado para mercados emergentes captam US$ 8,7 bi no 1º sem. 2026. Apesar do capital, incertezas globais desaceleram negócios, exigindo cautela.
A América Latina atrai investidores ocidentais com mudanças geopolíticas e governos pró-mercado. Apesar de desafios, digitalização e minerais críticos abrem novas oportunidades.
Organizações europeias clamam por fim dos combustíveis fósseis devido a custos humanos e econômicos. Crise energética adicionou €50 bi, com milhares de mortes por ondas de calor.
Investimento chinês na Europa salta 67% em 2025, impulsionado por M&A e greenfield, com foco em VEs. Mudança de paradigma nos fluxos financeiros globais.
Chile, Argentina, Bolívia e Peru firmam pacto para minerais críticos, visando fortalecer a cooperação regional e o fornecimento sustentável para a transição energética e IA.
Argentina vê seu risco-país disparar, afastando-se de outros emergentes. Investidores questionam a sustentabilidade do programa econômico de Milei, apesar de avanços na inflação e fiscal.
Índice KOSPI dispara mais de 30% após forte queda, saindo de bear para bull market. Recuperação impulsionada por coberturas e otimismo com IA e juros.
A dominância do dólar americano é testada por fatores internos, como a crescente dívida pública, e tensões geopolíticas, levando a um cenário de incerteza para a moeda.
Política monetária restritiva dos EUA eleva atratividade de títulos do Tesouro, impactando mercados emergentes com maior volatilidade e reavaliação de fluxos de capital.
Mercado de ETFs na América Latina, com foco no Brasil, cresce impulsionado por novos produtos e demanda. Patrimônio triplica, com destaque para renda fixa e expectativa de gestão ativa.
Dólar recua ante moedas emergentes com apetite renovado por risco e inflação em desaceleração. Dados de IPCA no Brasil e cenário global favorável impulsionam o movimento.
BlackRock reduz recomendação para ações de mercados emergentes para neutra, mas mantém foco estratégico no Brasil. O país se beneficia de IA, transição energética e reorganização geopolítica.
Mercados emergentes em junho de 2026 enfrentam tensões geopolíticas e volatilidade em commodities. A China impulsiona, enquanto a América Latina navega por mudanças políticas e riscos fiscais.
Exportações da América Latina e Caribe crescem 15,7% impulsionadas por ouro e petróleo. BID alerta para riscos de custos de fertilizantes e transporte.
Mercados globais em alta com acordo de paz EUA-Irã. Dólar cai, emergentes recebem capital impulsionados pela redução de risco e queda no petróleo.
Relatório aponta recorde de conflitos e paz em baixa histórica. Ascensão de potências emergentes e reconfiguração geopolítica redefinem a segurança global.
Tensões no Irã e bloqueio do Estreito de Ormuz elevam custos de fertilizantes, impactando produção agrícola e segurança alimentar em economias emergentes como o Brasil.
Tensão no Oriente Médio eleva petróleo e inflação global. Moedas emergentes mostram desempenho misto, com real brasileiro em destaque, mas volatilidade persiste.