Internacional
Investimento chinês na Europa salta 67% em 2025, impulsionado por M&A e greenfield, com foco em VEs. Mudança de paradigma nos fluxos financeiros globais.
Chile, Argentina, Bolívia e Peru firmam pacto para minerais críticos, visando fortalecer a cooperação regional e o fornecimento sustentável para a transição energética e IA.
Argentina vê seu risco-país disparar, afastando-se de outros emergentes. Investidores questionam a sustentabilidade do programa econômico de Milei, apesar de avanços na inflação e fiscal.
Índice KOSPI dispara mais de 30% após forte queda, saindo de bear para bull market. Recuperação impulsionada por coberturas e otimismo com IA e juros.
A dominância do dólar americano é testada por fatores internos, como a crescente dívida pública, e tensões geopolíticas, levando a um cenário de incerteza para a moeda.
Política monetária restritiva dos EUA eleva atratividade de títulos do Tesouro, impactando mercados emergentes com maior volatilidade e reavaliação de fluxos de capital.
Mercado de ETFs na América Latina, com foco no Brasil, cresce impulsionado por novos produtos e demanda. Patrimônio triplica, com destaque para renda fixa e expectativa de gestão ativa.
Dólar recua ante moedas emergentes com apetite renovado por risco e inflação em desaceleração. Dados de IPCA no Brasil e cenário global favorável impulsionam o movimento.
BlackRock reduz recomendação para ações de mercados emergentes para neutra, mas mantém foco estratégico no Brasil. O país se beneficia de IA, transição energética e reorganização geopolítica.
Mercados emergentes em junho de 2026 enfrentam tensões geopolíticas e volatilidade em commodities. A China impulsiona, enquanto a América Latina navega por mudanças políticas e riscos fiscais.
Exportações da América Latina e Caribe crescem 15,7% impulsionadas por ouro e petróleo. BID alerta para riscos de custos de fertilizantes e transporte.
Mercados globais em alta com acordo de paz EUA-Irã. Dólar cai, emergentes recebem capital impulsionados pela redução de risco e queda no petróleo.
Relatório aponta recorde de conflitos e paz em baixa histórica. Ascensão de potências emergentes e reconfiguração geopolítica redefinem a segurança global.
Tensões no Irã e bloqueio do Estreito de Ormuz elevam custos de fertilizantes, impactando produção agrícola e segurança alimentar em economias emergentes como o Brasil.
Tensão no Oriente Médio eleva petróleo e inflação global. Moedas emergentes mostram desempenho misto, com real brasileiro em destaque, mas volatilidade persiste.
Países latino-americanos buscam atrair capital para infraestrutura com foco em preparação de projetos e mitigação de riscos. Brasil lidera, mas desafios fiscais persistem.
Ações de mercados emergentes se aproximam de recorde histórico, impulsionadas por tecnologia e IA. Gigantes asiáticas lideram ganhos, mas analistas alertam para avaliações elevadas e riscos.
China fortalece laços econômicos e tecnológicos com Guiné-Bissau, Cabo Verde e São Tomé e Príncipe, oferecendo alternativa às parcerias ocidentais e impulsionando desenvolvimento.
Fintech Salmon levanta US$ 100 milhões para expandir crédito e banco digital nas Filipinas, impulsionando inclusão financeira em mercados emergentes.
Instabilidade no Oriente Médio eleva preços de energia e pressiona metais preciosos. Economias emergentes enfrentam desafios com custos de importação e fluxo de capitais.