Internacional
BlackRock reduz recomendação para ações de mercados emergentes para neutra, mas mantém foco estratégico no Brasil. O país se beneficia de IA, transição energética e reorganização geopolítica.
Mercados emergentes em junho de 2026 enfrentam tensões geopolíticas e volatilidade em commodities. A China impulsiona, enquanto a América Latina navega por mudanças políticas e riscos fiscais.
Exportações da América Latina e Caribe crescem 15,7% impulsionadas por ouro e petróleo. BID alerta para riscos de custos de fertilizantes e transporte.
Mercados globais em alta com acordo de paz EUA-Irã. Dólar cai, emergentes recebem capital impulsionados pela redução de risco e queda no petróleo.
Relatório aponta recorde de conflitos e paz em baixa histórica. Ascensão de potências emergentes e reconfiguração geopolítica redefinem a segurança global.
Tensões no Irã e bloqueio do Estreito de Ormuz elevam custos de fertilizantes, impactando produção agrícola e segurança alimentar em economias emergentes como o Brasil.
Tensão no Oriente Médio eleva petróleo e inflação global. Moedas emergentes mostram desempenho misto, com real brasileiro em destaque, mas volatilidade persiste.
Países latino-americanos buscam atrair capital para infraestrutura com foco em preparação de projetos e mitigação de riscos. Brasil lidera, mas desafios fiscais persistem.
Ações de mercados emergentes se aproximam de recorde histórico, impulsionadas por tecnologia e IA. Gigantes asiáticas lideram ganhos, mas analistas alertam para avaliações elevadas e riscos.
China fortalece laços econômicos e tecnológicos com Guiné-Bissau, Cabo Verde e São Tomé e Príncipe, oferecendo alternativa às parcerias ocidentais e impulsionando desenvolvimento.
Fintech Salmon levanta US$ 100 milhões para expandir crédito e banco digital nas Filipinas, impulsionando inclusão financeira em mercados emergentes.
Instabilidade no Oriente Médio eleva preços de energia e pressiona metais preciosos. Economias emergentes enfrentam desafios com custos de importação e fluxo de capitais.
Moedas de mercados emergentes se valorizam com otimismo cauteloso após sinais de desescalada no Oriente Médio. Investidores buscam ativos de risco, mas fatores domésticos e volatilidade persistem.
Brasil atrai capital estrangeiro com ativos resilientes e política econômica diferenciada, consolidando-se como destino seguro em meio a turbulências globais.
Inflação ao consumidor na Índia sobe para 3,21% em fevereiro, ritmo mais rápido em 11 meses. Alta em alimentos e tensões globais elevam cautela em mercados emergentes.
Ações de mercados emergentes enfrentam volatilidade com dólar em alta e incertezas fiscais globais. Geopolítica e aversão ao risco moldam o cenário atual.
Mercados emergentes adotam cautela em cortes de juros. Inflação persistente e volatilidade cambial ditam ritmo gradual, com foco na estabilidade e confiança.