Mercado financeiro brasileiro
Taxas do Tesouro Direto sobem, com IPCA+ atingindo máximas. Ruídos políticos e risco fiscal elevam juros, impactando bancos e exigindo gestão de risco.
Ministro da Fazenda defende tributação progressiva sobre renda e revisão de programas sociais para otimizar gastos públicos e abrir espaço para investimentos.
Atraso na definição das alíquotas do Imposto Seletivo ameaça meta fiscal de 2027. Governo articula plano B para evitar déficit de R$ 10 bilhões.
Dívida Pública Federal do Brasil atinge R$ 9,033 trilhões em maio de 2026, impulsionada por emissão de títulos e juros. Cenário afeta mercado de ações.
Banco Central vendeu todos os 50.000 contratos de swap cambial ofertados, totalizando US$ 2,5 bilhões, para rolar vencimentos. Operação visa gerenciar liquidez e atenuar volatilidade.
Mercado acionário brasileiro reage positivamente, com Ibovespa acima de 170 mil pontos. Dólar em queda e revisões de projeções macroeconômicas marcam o dia.
A B3 expande a negociação de Fundos Imobiliários (FIIs) no mercado a termo, incluindo novos fundos. A iniciativa visa aumentar a liquidez e as opções para investidores.
Banco Central autoriza empresas exportadoras a abrir e movimentar contas em dólar e euro no Brasil a partir de outubro. Medida visa reduzir custos e impulsionar competitividade.
Dólar sobe 1,29% e fecha a R$ 5,18 com Fed mantendo juros e sinalizando alta, enquanto BCB corta Selic, mas comunicação gera cautela. Câmbio sob pressão.
Acordo geopolítico no Oriente Médio alivia tensões, impulsionando queda nas taxas do Tesouro Direto. Mercado aposta em continuidade do ciclo de cortes da Selic.
FIIs de papel lideram dividendos em 2026, mas queda nas cotas exige cautela. Cenário macro e seletividade são cruciais para o investidor.
Nove propostas em tramitação no Congresso Nacional podem gerar um impacto fiscal anual de R$ 111 bilhões, afetando despesas e receitas públicas.
Governo federal cria o FII Imóveis da União, com aporte inicial de R$ 1,1 bilhão, para modernizar gestão de bens federais e gerar receita para políticas públicas.
O fundo Vinci Logística (VILG11) anuncia a aquisição de um parque logístico em Pernambuco, fortalecendo sua estratégia de renda recorrente e expansão regional. O mercado de FIIs reage a movimentações.
Braskem anuncia Hélcio Tokeshi como CEO e Carlos Brandão como CFO. Mudanças ocorrem em cenário de turbulência financeira, com foco em reorganização e geração de caixa. Ações da empresa sobem na B3.
O "imposto do pecado" entrará em vigor em 2027, taxando produtos como álcool, cigarros e refrigerantes. A medida visa desestimular o consumo e compensar custos sociais e de saúde.
Gestores de FIIs priorizam renda previsível e menor risco em junho. Fundos de recebíveis e logística ganham destaque em meio a juros altos e volatilidade global.
Novas regras do Banco Central restringem o uso do FGC como atrativo para captação, introduzindo o Ativo de Referência para maior segurança e transparência.
Projeções da Selic para o fim do ano dividem analistas, com impactos diretos no crédito para pequenas empresas. Entenda os fatores e desafios.
Decisão dos EUA de classificar PCC e CV como terroristas gera preocupações no setor bancário brasileiro, com riscos de sanções e aumento de custos de compliance.