Mercado financeiro brasileiro
Taxas do Tesouro Direto prefixado atingem pico de 12 meses. Incertezas globais e domésticas, inflação e juros projetados elevam a atratividade dos títulos.
Investidores estrangeiros retiram mais de R$ 22 bilhões da bolsa brasileira em maio, impactados por tensões globais e cenário político interno. Ibovespa reverte ganhos.
Ministro da Fazenda brasileiro defende imposto mínimo global sobre ultrarricos em Paris. Proposta visa justiça fiscal e conta com apoio de economista Gabriel Zucman.
Fundos imobiliários (FIIs) demonstram desempenho robusto, superando o IFIX. Fundos de recebíveis e híbridos se destacam com valorizações expressivas, impulsionados por juros e busca por renda.
O Tesouro Direto lança o Tesouro Reserva, título de renda fixa com liquidez diária 24/7 via Pix, sem marcação a mercado. Ideal para reserva de emergência, compete com poupança e CDBs.
GARE11 atinge marco de 500 mil cotistas, consolidando-se como líder em crescimento. SNFF11 e SNEL11 distribuem dividendos, reforçando atratividade dos FIIs para renda passiva.
Reportagens detalham alegações de que Flávio Bolsonaro negociou financiamento para filme com dono do Banco Master, sob investigação. Mercado reage com volatilidade.
Receita Federal deflagra Operação Refugo contra fraudes fiscais no setor de plástico. Esquema com empresas de fachada e notas frias causa prejuízo de R$ 2,5 bilhões.
Gabriel Galípolo, presidente do BCB, é eleito para presidir reuniões de bancos centrais emergentes no BIS. O Brasil ganha protagonismo em discussões financeiras globais.
Conflitos no Oriente Médio disparam custos de QAV no Brasil. Setor aéreo regional é o mais afetado, com risco de cancelamentos e alta nas passagens.
A partir de 11 de maio, a B3 aceitará cotas de FIIs como garantia em operações, aumentando a liquidez e atraindo novos investidores. Medida visa fortalecer o mercado.
Com nova taxação de dividendos a partir de 2026, empresas da B3 antecipam pagamentos para beneficiar acionistas antes da alíquota de 10% sobre valores acima de R$ 50 mil mensais.
Rio de Janeiro autoriza adesão ao Propag, reduzindo pagamentos mensais da dívida com a União de R$ 490 mi para R$ 113 mi, com foco em investimentos sociais.
Ibovespa corrige com analistas do BTG Pactual prevendo quedas. Cenário externo volátil e tensões geopolíticas impulsionam busca por renda fixa resiliente e atrativa.
Câmbio oficial em bancos mantém estabilidade com intervenção do BC, contrastando com o mercado paralelo. Ações regulatórias e projeções indicam controle.
O Desenrola Brasil 2.0 impacta a renda fixa com projeções de inflação e Selic. Analistas divergem sobre juros, enquanto Tesouro Direto inova. Entenda as implicações.
Copom corta Selic a 14,50%, mas inflação acelera com combustíveis e alimentos. Tensões globais e juros nos EUA trazem volatilidade ao mercado brasileiro.
B3 lança seis novos Contratos de Eventos atrelados a Ibovespa, dólar e Bitcoin. Instrumentos simplificados com risco limitado visam investidores profissionais e modernizam o mercado.
Nubank anuncia investimento de R$ 45 bilhões no Brasil, impulsionando IA, crédito e expansão. Resultados robustos de 2025 sustentam plano ambicioso.
Decisões fiscais e projeções de Selic alta moldam a atratividade de fundos de renda fixa no Brasil. Mudanças tributárias e volatilidade do Tesouro Direto exigem cautela.