Mercado financeiro brasileiro
Receita Federal lança restituição automática via Pix para valores até R$ 1.000 e atualiza limites de obrigatoriedade do Imposto de Renda. Lotes de restituição antecipados.
Petrobras revisa plano para autossuficiência em diesel em 5 anos, visando 100% da demanda. Aceleração impulsionada por alta do petróleo e tensões geopolíticas.
O Banco Central inicia rolagem de swaps cambiais de maio, operação rotineira que visa estabilidade cambial e liquidez. Impactos na gestão de risco e precificação para bancos.
Investidores estrangeiros injetaram R$ 11,9 bi na bolsa em março, maior fluxo para o mês desde 2022. Desempenho ocorre apesar de tensões globais e consolida saldo positivo no trimestre.
Investimentos em renda fixa como CDBs, LCIs e LCAs apresentaram taxas atrativas em março. Títulos prefixados remuneram até 14,98% a.a., IPCA+ até 9,50% a.a. e pós-fixados até 117% do CDI.
B3 anuncia JCP de R$ 372,5 milhões e forte expansão operacional. Temporada de balanços do 4º tri de 2025 segue aquecida, impactando a percepção dos investidores.
Banco Central adia definição sobre ciclo de queda de juros devido à guerra no Oriente Médio. Próxima reunião do Copom em abril avaliará novos dados.
A disparada do petróleo e a inflação pressionam a Selic, atrasando cortes de juros. FIIs de papel exigem cautela e seletividade em meio a incertezas globais.
Governo federal estima R$ 4,4 bilhões em arrecadação adicional em 2026 com novas taxações em fintechs, apostas online e JCP. Medidas visam reequilíbrio fiscal.
O Imposto Seletivo (IS) na reforma tributária corre o risco de se tornar mera replicação do IPI, perdendo seu objetivo de desestimular consumos prejudiciais. A regulamentação das alíquotas é crucial.
Tesouro Direto implementa 'circuit breaker' para conter volatilidade em títulos públicos. Medida protege investidores de oscilações bruscas e restabelece referência de preços.
BCB anuncia novas regras para depósitos compulsórios, flexibilizando FGC e permitindo recolhimento em títulos. Impactos na liquidez e cenário da renda fixa.
A partir de 2026, dividendos acima de R$ 50 mil mensais por empresa serão tributados em 10%. Regra de transição isenta lucros apurados até 2025. Imposto Mínimo para altas rendas é introduzido.
Banco Central inicia ciclo de corte da Selic para 14,75% em cenário de incertezas globais. PIB projeta crescimento moderado e mercado de trabalho mostra resiliência.
Tensões no Oriente Médio elevam petróleo e dólar, enquanto mercados aguardam corte na Selic. Indicadores econômicos e balanços corporativos em foco.
Ações da Vale (VALE3) sobem após resultados do 4º tri de 2025. Forte geração de caixa e projeções otimistas para o atual exercício sinalizam cenário positivo para investidores.
Conflito no Oriente Médio eleva petróleo, pressiona inflação e ajusta projeções da Selic e dólar. Brasil busca conter impactos com medidas fiscais.
Novas diretrizes do BCB para fundos de renda fixa focam em maior transparência e liquidez. Medidas incluem divulgação detalhada de carteiras e mecanismos de gestão de volatilidade.
Economia brasileira: Selic deve iniciar cortes em março, dólar projetado a R$5,42. Cenário externo incerto e inflação sob controle guiam o mercado.
Banco Central atualiza regras de câmbio com foco em transparência e segurança. Mudanças simplificam operações para empresas e pessoas físicas, alinhando o Brasil às práticas internacionais.