Mercado financeiro brasileiro
Taxas do Tesouro prefixado oscilam próximas a 13% ao ano, refletindo incertezas fiscais. O cenário impacta FIIs e exige análise cautelosa do investidor.
Câmara dos Deputados rejeita PLP 281/2019 que modernizaria regras de intervenção e liquidação bancária. Críticas focam no uso de recursos do FGC para socorrer bancos em dificuldades.
BTG Pactual (BPAC11) ultrapassa Vale (VALE3) em valor de mercado, assumindo 3ª posição na B3. Movimento reflete ascensão do setor financeiro e reconfiguração do mercado.
Ministério da Fazenda debate com empresários o Imposto Seletivo, criado pela reforma tributária. Definição de alíquotas adiada para após eleições, com início da cobrança previsto para início de 2027.
A B3 lança quatro novos contratos futuros de Treasuries, facilitando o acesso de fundos brasileiros ao mercado de juros dos EUA. A iniciativa visa aprimorar estratégias de hedge e alocação de carteiras.
Ministério da Fazenda apura subdeclaração de receita em 14 plataformas de apostas online, com suspeita de perdas milionárias para os cofres públicos. Investigação foca em práticas fiscais irregulares.
Raízen Energia, focada em açúcar e etanol, tem listagem na B3 aprovada por acionistas. Movimento visa separar negócios e otimizar estrutura corporativa.
Projeções da Unctad indicam PIB brasileiro com crescimento de 1,8% em 2026 e 1,5% em 2027. Inflação e juros altos impactam, mas consumo e exportações agrícolas sustentam.
Banco Inter planeja dobrar ROE para 30% em 10 anos com foco em inovação e aprofundamento da relação com clientes. Expansão global e tecnologia impulsionam o crescimento.
A queda nas taxas de juros do Tesouro Direto impulsiona lucros via marcação a mercado. Títulos como Tesouro Renda+ e IPCA+ valorizam, mas exigem cautela e diversificação.
Bradesco conclui aumento de capital de R$ 10 bi com aprovação do BACEN. Recursos serão para investimentos estratégicos e tecnologia, fortalecendo a base financeira do banco.
O Tesouro Direto se consolida como porta de entrada para a renda fixa, com aportes iniciais baixos. O cenário econômico atual e a diversidade de títulos exigem atenção do investidor.
Ibovespa sobe 2,63% impulsionado por dados de emprego fracos nos EUA e expectativa eleitoral. Mercado reage a cenário externo e doméstico, buscando ativos de risco.
Itaú BBA reitera preferência por FIIs de papel em outubro, apostando na pausa da Selic. Juros altos favorecem CDI, enquanto IPCA segue relevante. FIIs de tijolo requerem atenção à volatilidade.
Acionistas da B3 recebem proventos de bancos como Bradesco e Itaú, além da própria bolsa. Pagamentos de dividendos e JCP iniciam em outubro.
JBS S.A. solicita fechamento de capital no Brasil, refletindo tendência de empresas brasileiras que buscam listagem e liquidez nos EUA. Saída impacta B3.
Empresas se preparam para decisões estratégicas sobre regimes tributários e impostos com a Reforma Tributária em fase de testes. Simples Nacional e transição exigem análise.
Ações do Nubank sofrem queda expressiva em Nova York após notícias sobre negociações com o banco digital britânico Monzo. Investidores reagem com cautela a potencial aquisição.
Estudo da USP estima perda de R$ 54,8 bilhões em arrecadação com apostas online. Governo federal anuncia proibição imediata do setor via Medida Provisória.
Novas regras do CMN e BC restringem FIDCs a créditos judiciais com decisão definitiva, visando combater lavagem de dinheiro e fraudes no mercado financeiro.