Economia chinesa
Cúpula regional expõe tensão China-Taiwan, afetando mercado chinês e cadeias de suprimentos globais. Brasil busca diversificar parcerias comerciais.
Atividade manufatureira da China deve contrair pelo segundo mês em agosto, abaixo dos 50 pontos do PMI. Demanda fraca e crise imobiliária pressionam o setor.
Canadá aprofunda relações comerciais com a China, impulsionando setores como agricultura e energia. Essa aproximação gera atrito com os EUA, que criticam o movimento.
China consolida liderança em importações brasileiras no primeiro semestre, totalizando US$ 38,5 bilhões, com destaque para veículos eletrificados.
Setor imobiliário chinês em julho de 2026 registra queda de preços e declínio acentuado no investimento. Fraqueza impacta consumo e atividade econômica, com poucas sinais de recuperação.
Banco Popular da China adiciona 8 novos bancos à rede do yuan digital, elevando o total para 30. Expansão visa aprofundar inclusão e uso corporativo, apesar de desafios no varejo.
O yuan chinês expande sua influência na África, impulsionado pelo comércio crescente e infraestrutura financeira, desafiando o domínio do dólar em pagamentos e reservas.
China adere à disputa Brasil-EUA na OMC contra tarifas americanas, classificando-as como unilateralismo e protecionismo. Medidas afetam exportações e distorcem concorrência.
Deutsche Bank é o primeiro banco estrangeiro na Europa autorizado a liquidar transações em Yuan. Medida visa expandir o uso internacional da moeda chinesa e fortalecer laços financeiros com a Europa.
Parceria piloto entre Banco Central do Brasil e China integra sistemas de pagamento via QR Code. Turistas chineses usarão apps locais para pagar no Brasil, conectando UnionPay ao Pix.
China implementa controles rigorosos de exportação de drones e tecnologias associadas para os EUA como resposta direta a sanções americanas, impactando cadeias de suprimentos globais.
China aprova oito reatores nucleares em investimento de €20,6 bilhões, focando em tecnologia Hualong One e Guohe One para autossuficiência e metas ambientais.
A corrida pela supremacia em IA entre China e EUA intensifica-se, com foco em moldar a governança global. Duas visões colidem, impactando a economia e a tecnologia mundial.
China acelera modernização militar com foco em IA e tecnologia. Orçamento de defesa cresce 7% para US$ 281 bilhões, impulsionando a 'fusão civil-militar' e o mercado.
China foca em IA, robótica e medicamentos inovadores para impulsionar modernização econômica. Busca autossuficiência tecnológica e exportação de inovação.
China reforça fiscalização sobre grandes fortunas e trusts offshore para impulsionar receita fiscal em meio a desafios econômicos. Novas regras visam maior conformidade.
Banco Central da China anuncia reformas para expandir mercado offshore do yuan, atraindo capital estrangeiro e fortalecendo empresas chinesas com maior liquidez e acesso a ativos.
Delegação europeia em Pequim discute guerra na Ucrânia, paz no Indo-Pacífico e tensões comerciais. Busca por diálogo em cenário global complexo.
China expressa profunda preocupação com o ressurgimento de conflitos no Golfo, apelando por moderação e diálogo para evitar impactos na economia global e no tráfego marítimo.
China prioriza consumo interno em seu 15º Plano Quinquenal (2026-2030), visando R$ 8,85 trilhões em varejo. Busca reduzir dependência de exportações e impulsionar crescimento.