Economia chinesa
China fortalece infraestrutura financeira na África, facilitando transações em yuan e moedas locais. Objetivo é diminuir dependência do dólar em negócios continentais.
China navega cenário de 'duas velocidades': indústria forte, consumo em baixa. Juros estáveis e comércio exterior em expansão marcam o período.
China diminui significativamente suas posses de títulos do Tesouro dos EUA, alcançando o menor patamar em 18 anos. A decisão ocorre em um contexto de crescentes tensões geopolíticas globais.
O Banco Popular da China lança iniciativas para expandir o uso do yuan e aprimorar a gestão de liquidez, fortalecendo sua posição financeira e buscando maior autonomia.
China expressa forte oposição à lista militar dos EUA que inclui BYD, Alibaba e Baidu. Pequim acusa Washington de repressão injustificada e violação de princípios de mercado, ameaçando retaliação.
China anuncia investimento de US$ 295 bilhões em cinco anos para centros de dados, priorizando tecnologia local e IA. Busca reduzir dependência de chips estrangeiros e competir globalmente.
Brasil emite "panda bonds" em yuan, buscando atrair investidores chineses, diversificar financiamento e reduzir dependência do dólar. Anúncio em missão oficial.
China impulsiona yuan digital (e-CNY) em pagamentos transfronteiriços com países lusófonos, visando segurança, eficiência e redução da dependência do dólar.
Professor chinês alerta para crescente risco de guerra nuclear global, citando retórica de dissuasão, enfraquecimento de regimes de controle e tensões geopolíticas. China pede responsabilidade das potências nucleares.
União Europeia intensifica pressão comercial sobre a China com tarifas e cotas para conter concorrência em tecnologia e infraestrutura, elevando riscos de retaliação e impacto global.
PMI de manufatura da China em abril atinge 52,2, maior expansão desde 2020, com destaque para alta tecnologia. Setor não manufatureiro desacelera.
A relação China-Rússia exibe desequilíbrio crescente, com Moscou dependente de Pequim. A China expande influência e recursos, enquanto a Rússia busca manter relevância.
Mercado imobiliário chinês enfrenta crise prolongada com queda de preços e vendas em declínio. Empresas lutam contra endividamento e excesso de estoque.
A produção industrial da China exibe sinais de crescimento, mas enfrenta desafios como pressões inflacionárias e gargalos na cadeia de suprimentos, impactando o cenário econômico global.
EUA sancionam empresas chinesas por apoio ao Irã, elevando tensões. China bloqueia sanções e defende interesses. Encontro Trump-Xi se aproxima.
China implementa medidas para blindar seus maiores bancos contra sanções secundárias dos EUA, decorrentes da compra de petróleo do Irã. Ações visam mitigar riscos financeiros e manter o fluxo de energia.
China estabelece meta de PIB entre 4,5% e 5% para o atual exercício, a mais baixa em décadas. Meta reflete cautela diante de desafios internos e externos.
China consolida hegemonia em cadeias de alta tecnologia, integrando minerais, IA e semicondutores. Regulamentações reforçam controle estatal e desafiam rivais.
China impõe restrições de exportação a sete empresas europeias em retaliação a vendas de armas a Taiwan. Medida visa segurança nacional e não deve afetar comércio normal.
Emirados Árabes Unidos ponderam usar yuan chinês para petróleo, alertando EUA sobre liquidez do dólar. Movimento desafia hegemonia americana e impulsiona desdolarização.