Economia chinesa
China expande secretamente seu programa nuclear, elevando preocupações globais. A falta de transparência e o enfraquecimento de acordos de controle de armas impactam a economia e a estabilidade mundial.
O "novo trio" chinês (VEs, baterias e painéis solares) consolida liderança global por inovação e eficiência. Empresas como BYD, CATL e JinkoSolar redefinem o mercado, impulsionando o desenvolvimento de alta qualidade.
O Yuan chinês exibe valorização frente ao dólar, euro e iene no início do ano, impulsionado por exportações robustas e gestão do PBOC para estabilidade.
China e Vietnã aprofundam laços econômicos e estratégicos com foco em infraestrutura, cadeias de suprimentos e setores de ponta, reforçando aliança socialista.
Proposta de Conselho de Comércio EUA-China busca estabilidade, mas analistas divergem sobre impacto. Potencial para estreitar laços ou gerar incertezas no mercado global.
Autoridade de câmbio da China anuncia medidas para estabilizar o Yuan após desvalorização. PBoC usa ferramentas macroprudenciais para conter volatilidade e riscos.
Economia chinesa surpreende no início do ano com alta na indústria e exportações. Setor imobiliário mostra sinais de estabilização em cidades-chave, enquanto política monetária e fiscal oferecem suporte.
China intensifica escrutínio sobre empresas de tecnologia listadas nos EUA com novas regras de segurança de dados. Restrições à coleta e transferência de dados elevam riscos e exigem adaptação.
China projeta crescimento do PIB entre 4,5%-5% para este ano, menor em décadas. Crise imobiliária, consumo fraco e incertezas globais marcam o cenário econômico.
Bancos estatais chineses reduzem juros de depósitos pela terceira vez desde outubro de 2025, buscando reativar consumo e investimento em meio a pressões deflacionárias e demanda moderada.
Banco Central da China reduz taxa MLF em 50 bps para estimular demanda interna e combater deflação. Medida visa impulsionar crescimento econômico e estabilidade financeira.