Brasil
Taxas do Tesouro Direto prefixado atingem pico de 12 meses. Incertezas globais e domésticas, inflação e juros projetados elevam a atratividade dos títulos.
O Tesouro Direto lança o Tesouro Reserva, título de renda fixa com liquidez diária 24/7 via Pix, sem marcação a mercado. Ideal para reserva de emergência, compete com poupança e CDBs.
Ibovespa corrige com analistas do BTG Pactual prevendo quedas. Cenário externo volátil e tensões geopolíticas impulsionam busca por renda fixa resiliente e atrativa.
O Desenrola Brasil 2.0 impacta a renda fixa com projeções de inflação e Selic. Analistas divergem sobre juros, enquanto Tesouro Direto inova. Entenda as implicações.
Analistas internacionais ajustam projeções para a Selic, indicando possível pausa nos cortes e taxa de fim de ano mais alta. Inflação e cenário global impulsionam cautela.
Títulos do Tesouro IPCA+ ganham destaque com juros reais altos e inflação projetada acima da meta. Cenário global incerto favorece a renda fixa.
Investimentos em renda fixa como CDBs, LCIs e LCAs apresentaram taxas atrativas em março. Títulos prefixados remuneram até 14,98% a.a., IPCA+ até 9,50% a.a. e pós-fixados até 117% do CDI.
BCB anuncia novas regras para depósitos compulsórios, flexibilizando FGC e permitindo recolhimento em títulos. Impactos na liquidez e cenário da renda fixa.
Novas diretrizes do BCB para fundos de renda fixa focam em maior transparência e liquidez. Medidas incluem divulgação detalhada de carteiras e mecanismos de gestão de volatilidade.
Banco Central ajusta regras do mercado de câmbio para mitigar volatilidade externa e pressões inflacionárias, com foco em segurança cibernética e projeções de estabilidade.