Brasil
Analise como a dívida recorde dos EUA e os juros globais elevados pressionam o mercado brasileiro, afetando o câmbio, a Selic e as estratégias de renda fixa.
Vencimento de R$ 257 bi em Tesouro IPCA+ e rebalanceamento de fundos IMA-B geram atenção no mercado de renda fixa, com potencial de volatilidade e impacto nas taxas.
Agosto de 2026: Renda fixa brasileira atrativa com Selic alta, mas cenário global exige cautela. Dólar forte e riscos geopolíticos impulsionam diversificação para ativos dolarizados.
Tesouro IPCA+ 2040 atinge máxima histórica com cenário externo favorável e expectativas sobre política monetária. Juros globais em alta e incertezas fiscais impulsionam demanda por prêmio.
Incerteza fiscal e dívida pública geram cautela na renda fixa brasileira. Desbloqueio orçamentário parcial e debates sobre reoneração de LCIs/LCAs moldam o cenário.
Economia brasileira cresce impulsionada pelo consumo, mas desacelera em 12 meses. Renda fixa oferece CDBs e IPCA+ atrativos, com cautela fiscal.
Acordo geopolítico no Oriente Médio alivia tensões, impulsionando queda nas taxas do Tesouro Direto. Mercado aposta em continuidade do ciclo de cortes da Selic.
Novas regras do Banco Central restringem o uso do FGC como atrativo para captação, introduzindo o Ativo de Referência para maior segurança e transparência.
Projeções de inflação para 2026 revisadas para cima pelo Boletim Focus, superando o teto da meta. Selic permanece estável, indicando juros altos por mais tempo. Atenção dos investidores é crucial.
Taxas do Tesouro Direto prefixado atingem pico de 12 meses. Incertezas globais e domésticas, inflação e juros projetados elevam a atratividade dos títulos.
O Tesouro Direto lança o Tesouro Reserva, título de renda fixa com liquidez diária 24/7 via Pix, sem marcação a mercado. Ideal para reserva de emergência, compete com poupança e CDBs.
Ibovespa corrige com analistas do BTG Pactual prevendo quedas. Cenário externo volátil e tensões geopolíticas impulsionam busca por renda fixa resiliente e atrativa.
O Desenrola Brasil 2.0 impacta a renda fixa com projeções de inflação e Selic. Analistas divergem sobre juros, enquanto Tesouro Direto inova. Entenda as implicações.
Analistas internacionais ajustam projeções para a Selic, indicando possível pausa nos cortes e taxa de fim de ano mais alta. Inflação e cenário global impulsionam cautela.
Títulos do Tesouro IPCA+ ganham destaque com juros reais altos e inflação projetada acima da meta. Cenário global incerto favorece a renda fixa.
Investimentos em renda fixa como CDBs, LCIs e LCAs apresentaram taxas atrativas em março. Títulos prefixados remuneram até 14,98% a.a., IPCA+ até 9,50% a.a. e pós-fixados até 117% do CDI.
BCB anuncia novas regras para depósitos compulsórios, flexibilizando FGC e permitindo recolhimento em títulos. Impactos na liquidez e cenário da renda fixa.
Novas diretrizes do BCB para fundos de renda fixa focam em maior transparência e liquidez. Medidas incluem divulgação detalhada de carteiras e mecanismos de gestão de volatilidade.
Banco Central ajusta regras do mercado de câmbio para mitigar volatilidade externa e pressões inflacionárias, com foco em segurança cibernética e projeções de estabilidade.