Brasil
Fundos multimercado encolhem no Brasil com gestores migrando para renda fixa devido a juros altos. Independentes buscam fusões com grandes instituições financeiras.
Aprovação da recuperação extrajudicial da Braskem afeta fundos de investimento com dívidas. Entenda os impactos, a transparência necessária e como investidores devem agir.
JPMorgan lança JTEK39, ETF ativo focado em tecnologia dos EUA na B3. Estratégia busca diversificar além das 'Magnificent Seven' e inovar no mercado brasileiro.
FIDCs captam R$ 30,6 bi no 1º semestre, consolidando-se como rota de crédito para empresas. Acesso democratizado e desafios de governança marcam o cenário atual.
O HCHG11 suspende negociação de cotas na B3 em 16 de julho de 2026 após venda de ativos ao VVCR11. Cotistas devem informar custo médio para evitar tributação maior.
Governo federal cria o FII Imóveis da União, com aporte inicial de R$ 1,1 bilhão, para modernizar gestão de bens federais e gerar receita para políticas públicas.
Gestores de FIIs priorizam renda previsível e menor risco em junho. Fundos de recebíveis e logística ganham destaque em meio a juros altos e volatilidade global.
O Fundo Safra de Inteligência Artificial demonstra rentabilidade excepcional, superando o CDI em mais de 600%. Sua estratégia global em IA atrai investidores de longo prazo.
A partir de 11 de maio, a B3 aceitará cotas de FIIs como garantia em operações, aumentando a liquidez e atraindo novos investidores. Medida visa fortalecer o mercado.
Decisões fiscais e projeções de Selic alta moldam a atratividade de fundos de renda fixa no Brasil. Mudanças tributárias e volatilidade do Tesouro Direto exigem cautela.
Banco Central inicia ciclo de corte da Selic para 14,75% em cenário de incertezas globais. PIB projeta crescimento moderado e mercado de trabalho mostra resiliência.
Conflito no Oriente Médio eleva petróleo, pressiona inflação e ajusta projeções da Selic e dólar. Brasil busca conter impactos com medidas fiscais.
Banco Central corta Selic em 0,25 p.p., levando taxa a 10,50% a.a. Decisão reflete inflação em queda e desaceleração econômica, mas BC mantém cautela.