Brasil
Fundos Imobiliários de papel anunciam volta dos dividendos após suspensão por problemas em carteiras. Recuperação gradual em meio a desafios e resiliência do segmento.
Agosto de 2026 foi desafiador para FIIs. IFIX cai com volatilidade, alavancagem e recuperação judicial de inquilinos impactando o mercado.
Fundo imobiliário TVRI11 registra lucro líquido de R$ 21,89 milhões em julho, impulsionado por vendas de imóveis e recebimento de parcelas em atraso. Receitas não recorrentes somam R$ 7,11 milhões.
Com o vencimento de R$ 260 bilhões em Tesouro IPCA+, investidores buscam realocação. FIIs surgem como opção estratégica para diversificar e gerar renda passiva.
TRXF11 lança 13ª emissão de cotas buscando até R$ 10 bilhões para expandir portfólio logístico e corporativo. Oferta focada em investidores profissionais com direito de preferência.
Gestoras brasileiras mostram cautela na renda fixa e FIIs em julho de 2026, citando incertezas fiscais e políticas. Algumas apostam em alta de juros, enquanto FIIs específicos se destacam.
Fundos de Investimento Imobiliários (FIIs) adotam recompra de cotas para alinhar preço ao valor patrimonial e aumentar liquidez. GGRC11, HFOF11 e ALZR11 lideram iniciativas.
Julho de 2026 concentra pagamentos de dividendos de FIIs, com destaque para fundos de crédito e logística. Análises indicam preferência por esses setores em cenário de juros altos.
FIIs de shopping registram retorno de 22,4% no trimestre, superando o mercado. Grandes players incluem o setor em carteiras recomendadas, apostando na resiliência e ocupação.
A B3 expande a negociação de Fundos Imobiliários (FIIs) no mercado a termo, incluindo novos fundos. A iniciativa visa aumentar a liquidez e as opções para investidores.
FIIs de papel lideram dividendos em 2026, mas queda nas cotas exige cautela. Cenário macro e seletividade são cruciais para o investidor.
O fundo Vinci Logística (VILG11) anuncia a aquisição de um parque logístico em Pernambuco, fortalecendo sua estratégia de renda recorrente e expansão regional. O mercado de FIIs reage a movimentações.
Fundos imobiliários (FIIs) demonstram desempenho robusto, superando o IFIX. Fundos de recebíveis e híbridos se destacam com valorizações expressivas, impulsionados por juros e busca por renda.
GARE11 atinge marco de 500 mil cotistas, consolidando-se como líder em crescimento. SNFF11 e SNEL11 distribuem dividendos, reforçando atratividade dos FIIs para renda passiva.
B3 lança seis novos Contratos de Eventos atrelados a Ibovespa, dólar e Bitcoin. Instrumentos simplificados com risco limitado visam investidores profissionais e modernizam o mercado.
O mercado de Fundos Imobiliários no Brasil atingiu 3,13 milhões de investidores em março. O artigo detalha o crescimento, a estabilidade de outros indicadores e o perfil do investidor.
Mercado de FIIs em abril foca em renda e proteção inflacionária. Carteiras buscam equilíbrio entre ativos descontados e previsibilidade em ambiente macroeconômico desafiador.
A disparada do petróleo e a inflação pressionam a Selic, atrasando cortes de juros. FIIs de papel exigem cautela e seletividade em meio a incertezas globais.
Economia brasileira: Selic deve iniciar cortes em março, dólar projetado a R$5,42. Cenário externo incerto e inflação sob controle guiam o mercado.
FIIs de papel enfrentam volatilidade em março devido a ajustes em fundos de recebíveis e expectativa de queda da Selic. Analistas veem resiliência e proteção inflacionária em ativos indexados ao IPCA.