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Moody's Alerta: Incertezas Fiscais Podem Ameaçar Rating Soberano do Brasil
Moody's muda perspectiva do rating do Brasil para estável, alertando para riscos fiscais. Deterioração da capacidade de pagamento da dívida e lentidão nas reformas são pontos de atenção.
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Destaques
- A agência de classificação de risco Moody's alterou a perspectiva do rating soberano do Brasil de "positiva" para "estável" em 30 de maio de 2025, sinalizando uma moderação nos riscos de alta para a nota de crédito do país.
- A principal preocupação reside na deterioração da capacidade de pagamento da dívida e no progresso mais lento do que o esperado na resolução das rigidezes de gastos e na construção de credibilidade em torno da política fiscal, apesar do cumprimento das metas de resultado primário.
- Analistas financeiros e relatórios recentes indicam que, embora o Brasil tenha apresentado crescimento econômico robusto e avançado em reformas estruturais, a trajetória da dívida pública e os custos de serviço da dívida, em um ambiente de juros elevados, continuam a ser fatores de atenção que podem pressionar o rating soberano.
Relatório da Moody's Aponta Risco para Rating Soberano do Brasil Devido a Incertezas Fiscais
O cenário econômico brasileiro apresenta desafios significativos, com a agência de classificação de risco Moody's emitindo um alerta sobre o potencial risco para o rating soberano do país. A mudança na perspectiva do rating de "positiva" para "estável" em 30 de maio de 2025 foi um indicativo de que, apesar de reconhecer os avanços em áreas como crescimento econômico e reformas estruturais, as preocupações fiscais ganharam proeminência.
A Moody's destacou que a capacidade de pagamento da dívida pública tem se deteriorado, e o progresso em reformas cruciais para conter a rigidez dos gastos e fortalecer a credibilidade da política fiscal tem sido mais lento do que o antecipado. Mesmo com o cumprimento das metas de resultado primário, a agência aponta que a trajetória da dívida soberana em relação ao Produto Interno Bruto (PIB) pode se estabilizar em patamares elevados, em torno de 88% do PIB nos próximos cinco anos, conforme projeções recentes. Essa perspectiva, embora não implique um rebaixamento imediato, eleva a vigilância sobre a sustentabilidade fiscal do país.
Avaliação da Moody's e os Fatores de Risco
Em 30 de maio de 2025, a Moody's manteve o rating soberano do Brasil em Ba1, um patamar que ainda coloca o país a um degrau de obter o grau de investimento, um marco importante para atrair investidores institucionais e reduzir o custo de captação. No entanto, a mudança na perspectiva de "positiva" para "estável" sinalizou um ajuste nas expectativas da agência. Os principais motivos para essa revisão incluem: