China
Canadá aprofunda relações comerciais com a China, impulsionando setores como agricultura e energia. Essa aproximação gera atrito com os EUA, que criticam o movimento.
China adere à disputa Brasil-EUA na OMC contra tarifas americanas, classificando-as como unilateralismo e protecionismo. Medidas afetam exportações e distorcem concorrência.
Parceria piloto entre Banco Central do Brasil e China integra sistemas de pagamento via QR Code. Turistas chineses usarão apps locais para pagar no Brasil, conectando UnionPay ao Pix.
China aprova oito reatores nucleares em investimento de €20,6 bilhões, focando em tecnologia Hualong One e Guohe One para autossuficiência e metas ambientais.
A corrida pela supremacia em IA entre China e EUA intensifica-se, com foco em moldar a governança global. Duas visões colidem, impactando a economia e a tecnologia mundial.
China foca em IA, robótica e medicamentos inovadores para impulsionar modernização econômica. Busca autossuficiência tecnológica e exportação de inovação.
China reforça fiscalização sobre grandes fortunas e trusts offshore para impulsionar receita fiscal em meio a desafios econômicos. Novas regras visam maior conformidade.
China fortalece infraestrutura financeira na África, facilitando transações em yuan e moedas locais. Objetivo é diminuir dependência do dólar em negócios continentais.
China diminui significativamente suas posses de títulos do Tesouro dos EUA, alcançando o menor patamar em 18 anos. A decisão ocorre em um contexto de crescentes tensões geopolíticas globais.
A produção industrial da China exibe sinais de crescimento, mas enfrenta desafios como pressões inflacionárias e gargalos na cadeia de suprimentos, impactando o cenário econômico global.
China implementa medidas para blindar seus maiores bancos contra sanções secundárias dos EUA, decorrentes da compra de petróleo do Irã. Ações visam mitigar riscos financeiros e manter o fluxo de energia.
China estabelece meta de PIB entre 4,5% e 5% para o atual exercício, a mais baixa em décadas. Meta reflete cautela diante de desafios internos e externos.
Emirados Árabes Unidos ponderam usar yuan chinês para petróleo, alertando EUA sobre liquidez do dólar. Movimento desafia hegemonia americana e impulsiona desdolarização.
China usa crise no Irã para aprimorar táticas militares e de inteligência, enquanto economia cresce 5% impulsionada por exportações, apesar da volatilidade energética.
Zhou Xiaochuan, ex-presidente do BC chinês, aponta que desconfiança global no dólar abre janela para o yuan se consolidar no comércio e finanças internacionais.
China expande secretamente seu programa nuclear, elevando preocupações globais. A falta de transparência e o enfraquecimento de acordos de controle de armas impactam a economia e a estabilidade mundial.
China e Vietnã aprofundam laços econômicos e estratégicos com foco em infraestrutura, cadeias de suprimentos e setores de ponta, reforçando aliança socialista.
China projeta crescimento do PIB entre 4,5%-5% para este ano, menor em décadas. Crise imobiliária, consumo fraco e incertezas globais marcam o cenário econômico.
Banco Central da China reduz taxa MLF em 50 bps para estimular demanda interna e combater deflação. Medida visa impulsionar crescimento econômico e estabilidade financeira.